Vacina de Oxford gera resposta “robusta” entre idosos e adultos mais jovens, segundo jornal

Redação, com Aratu On

Foto: CDC/Unsplash

A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, em colaboração com a empresa AstraZeneca, geraria uma resposta robusta na imunidade entre idosos, assim como em adultos numa faixa etária mais jovem, segundo publicou o site Uol na coluna de Jamil Chade. Esses foram os resultados obtidos em testes clínicos e que, em breve, serão divulgados em revistas científicas.

Ainda de acordo com a publicação, a informação foi revelada nesta manhã de segunda-feira pelo jornal Financial Times. A vacina de Oxford faz parte de um acordo com o governo federal no Brasil, num projeto que envolve a Fiocruz.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A coluna confirmou que a Organização Mundial da Saúde já havia recebido informações no mesmo sentido, o que abriu a possibilidade inclusive para que a agência tivesse declarado publicamente que estava “otimista” em relação ao desempenho dos testes clínicos.

No dia 19 de outubro, a entidade indicou que havia recebido dados positivos de diferentes vacinas sobre a imunização entre a população mais idosa. A informação foi dada pela cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, que não citou nome de empresas.

Para ela, a “boa notícia” é que “algumas vacinas em desenvolvimento estão mostrando resultado muito positivos em imunização de pessoas idosas”. Segundo ela, esses dados são da fase 2 de testes e que foram obtidos pela OMS. “Esperamos que tenhamos vacinas que sejam eficazes para os mais idosos. É importante protege-los com vacinas”, afirmou.

Soumya admitiu que, entre idosos, a questão da imunização é um desafio e que nem todas as vacinas teriam um impacto positivo. O temor, portanto, era de que os resultados revelassem uma resposta fraca nesse segmento da população.