Juiz nega pedido de prisão domiciliar para Ronaldinho Gaúcho

Reprodução/Facebook Ministério Público do Paraguai @FiscaliaParaguay

Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, seguirão presos preventivamente em Assunção, no Paraguai. A decisão foi tomada nesta terça-feira (10/3) pelo juiz Gustavo Amarrilla, que não aceitou a argumentação da defesa do ex-jogador.

Os dois já passaram as últimas quatro noites num presídio de segurança máxima, acusados de terem entrado no país com passaportes adulterados. Ao contrário do que havia sido dito anteriormente pelo promotor Osmar Legal, o Ministério Público do Paraguai se opôs à medida de prisão domiciliar e apresentou os argumentos na audiência desta terça.

“O Ministério Público sustentou a sua posição de se opor à toda modificação à prisão preventiva. Se trata de uma investigação com atos que atentam contra a segurança de documentos de identidade do Paraguai. Faz cinco dias que começou a investigação. Ainda se está estudando condutas individuais. Essas pessoas (Ronaldinho e Assis) não têm raízes (no Paraguai)”, explicou o promotor.

X