‘Se for pela paz, que seja torcida única’, dispara Juninho sobre o Ba-Vi

Foto: reprodução/Facebook/EC Bahia

A discussão do futebol baiano nesta terça-feira (11) passa pelo clássico Ba-Vi: ter ou não ter torcida única no próximo clássico entre tricolores e rubro-negros? O volante Juninho foi questionado sobre o tema e deu a sua opinião.

“Acho que quando é torcida única, perde o brilho do espetáculo. Se for pelo bem do futebol, e pela paz, que seja torcida única. O que não pode é uma pessoa jovem sair de casa para ver o clube do coração e não retornar. Tudo na vida tem que ser na base da paz, não tem mais espaço para a violência”, declarou.

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O camisa 5 do Esquadrão lamentou o assassinato do jovem Carlos Henrique Santos de Deus, ocorrido logo após o Ba-Vi do último domingo (9), na Arena Fonte Nova.

“As pessoas que saem de casa para assistir o jogo tem que ir no intuito de assistir o jogo, fazer festa, e não de fazer violência, brigar. Perda muito grande fora do estádio, menino que tinha a vida toda pela frente. Que Deus conforte o coração dos familiares, amigos. Perda que não tem tamanho. Dentro de campo, as torcidas faziam uma festa bonita”, indicou.

Durante o clássico, um ocorrido envolveu o volante Juninho na Arena Fonte Nova. Aos nove minutos da segunda etapa, um copo foi arremessado em direção ao jogador antes de uma cobrança de escanteio. Ele fez comentários sobre o caso, relatado na súmula pelo árbitro Jailson Macedo Freitas (leia aqui).

“No momento do escanteio, não dá para generalizar, foi um torcedor só, teve atitude que tem que ser reprovada. Não pegou em mim, mas se tivesse pego poderia ter me machucado. AS pessoas que tem essa função vão saber avaliar bem, ver o que é melhor para o futebol. Quando as pessoas saem de casa, que vão com o intuito de se divertir, não com intuito de violência”, completou.

Bahia e Vitória voltam a se enfrentar no dia 27 de abril, às 20h30, no Barradão, pela primeira partida das semifinais da Copa do Nordeste.

Do Bahia Notícias