TREMOR: Aeronáutica nega testes com supersônicos e tese do meteorito ganha força

Foto: Reprodução internet

Aos poucos, o mistério envolvendo o forte barulho e um tremor sentido por volta das 7h da manhã deste último domingo (26/3) vai sendo desvendado. Isto porque, num primeiro momento, em nota encaminhada à imprensa, o Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP) descartou a possibilidade do “episódio” ter sido um abalo sísmico.

“Nenhuma das estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) registrou qualquer sinal que pudesse ser associado a um abalo sísmico em Salvador”. Em seguida, a nota prossegue: “Os abalos e trepidações ainda não têm uma causa conhecidas, mas uma possível linha de investigação sugerida é a quebra de barreira do som por jatos da força aérea nacional”

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Porém, no início da tarde desta segunda-feira (27/3), foi a vez de o Comando da Aeronáutica descartar a possibilidade de ter sido testes com aviões a jatos. Procurada pela reportagem do Aratu Online, a assessoria do COMAER foi taxativa: “A Força Aérea Brasileira não realizou operações com caças supersônicos na Bahia neste domingo (26/3)”.

Diante deste cenário, a hipótese que ganha mais força é a da queda de um meteorito. Esta foi a perspectiva levantada por Débora Rios, geóloga do departamento de Geociências da UFBa.

“Na verdade, por conta da explosão desse provável meteorito, tenha sido gerado um grande deslocamento de ar, o que explica, as trepidações de janelas, portas…”, disse Débora.

Do Aratu Online, parceiro do Alta Pressão.