Prefeitura de Alagoinhas diz que tentou salvar bebê e culpa ‘falta de leitos’

Reprodução/Secom
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Após a vídeo reportagem exclusiva do Alta Pressão, e repercussão do caso em diversos sites baianos, a prefeitura de Alagoinhas, se posicionou sobre a morte do bebê João Gabriel Chaves de Santana morto na maternidade Dr. João Carlos Meireles Paulilo. A criança nasceu na quinta-feira (3) e veio a óbito na última segunda-feira (7).

A mãe do bebê, Erica Souza Chaves, declarou que houve negligência da unidade de saúde no tratamento da criança, O bebê morreu após agravamento de uma icterícia [conhecida como “Amarelão] neonatal.

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Em nota, a Secretaria da Saúde (Sesau) lamentou o fato e disse que “todos os procedimentos cabíveis, possíveis e de responsabilidade” da maternidade foram realizados. Fatos contestados por Erica. A pasta ainda disse que a direção da maternidade tentou “por oito vezes” a transferência do recém-nascido para uma UTI Neonatal, mas que o procedimento teria sido negado pela Central de Regulação estadual, “devido à falta de leitos”.

Na nota, o prefeito ainda alegou falta de apoio para construir uma UTI Neonatal na maternidade de Alagoinhas.

VEJA A VÍDEO REPORTAGEM EXCLUSIVA DO ALTA PRESSÃO:

Redação APO com BN

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